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A próxima economia azul não nascerá no mar

Se a economia azul acrescentasse apenas 1% ao PIB brasileiro, isso representaria mais de 100 mil milhões de reais adicionais por ano e centenas de milhares de novos empregos.

Se a economia azul acrescentasse apenas 1% ao PIB brasileiro, isso representaria mais de 100 mil milhões de reais adicionais por ano e centenas de milhares de novos empregos.

Num país com alguns dos maiores recursos hídricos, costeiros e biológicos do planeta, esta possibilidade não é teórica. É uma oportunidade económica real.

E, ainda assim, permanece largamente por concretizar.

A economia azul tornou-se uma das expressões mais repetidas da última década. Surge em relatórios internacionais, estratégias governamentais, programas de inovação e conferências sobre sustentabilidade. O oceano aparece cada vez mais como promessa de crescimento económico, transição energética e proteção ambiental.

Mas uma pergunta essencial continua quase ausente do debate: estamos a organizar a economia azul como economia — ou apenas como discurso?

Durante anos falámos da economia azul sobretudo como um...

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