Depois do “Vibe Coding”, chega a “Agentic Engineering”
por Marta Amaral | 13 de Fevereiro, 2026
O “vibe coding” fez um ano. Ao ritmo da inteligência artificial (IA), isto equivale a uma geração inteira.
O termo, popularizado por Andrej Karpathy (antigo diretor de IA da Tesla e um dos primeiros investigadores da OpenAI), descrevia uma forma quase intuitiva de programar: escrever código através de linguagem natural. O programador deixava de pensar em código e passava a descrever intenções. A IA tratava do resto. Bastava explicar o que se queria construir e o modelo devolvia uma aplicação funcional, pronta a ajustar, corrigir e publicar.
Esta tendência já moveu milhões. A Lovable, uma das startups europeias de crescimento mais rápido, levantou 330 milhões de dólares em dezembro com uma avaliação de 6,6 mil milhões, a fazer isto mesmo “escrever código” para quem não é programador. Também o Cursor, um editor de código assistido por IA, anunciou uma ronda de 2,3 mil milhões e ultrapassou mil milhões de dólares em receitas...
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