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Três razões pelas quais não conseguimos largar o LinkedIn

por Marta Amaral | 20 de Janeiro, 2026

Não é impressão tua, cada vez mais pessoas estão a passar mais tempo no LinkedIn.

Durante anos, a rede social da Microsoft foi sobretudo um espaço para procurar emprego,  alvo frequente de piadas, recheado de jargão corporativo irritante, rotinas de produtividade exageradas e histórias edificantes sobre “resiliência” no trabalho.

Parte disso ainda existe, mas o ambiente mudou. Aos 22 anos (uma eternidade em termos de redes sociais) o LinkedIn tornou-se mais central na vida profissional de milhões de pessoas e num negócio em forte crescimento.

Como conta o The Wall Street Journal, as receitas subiram de 7 mil milhões de dólares em 2020 para 17 mil milhões no ano passado, enquanto o número de membros duplicou para 1,3 mil milhões. Os utilizadores também permanecem mais tempo: nos EUA, a percentagem de pessoas que consultam o LinkedIn mais...

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