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Portugal “muito bem posicionado” para ganhar com o choque no petróleo

por Gabriel Lagoa | 16 de Março, 2026

Crise no Estreito de Ormuz pode acelerar interesse em renováveis. Duas startups portuguesas explicam o que muda e o que pode ficar igual.

O bloqueio do Estreito de Ormuz, na sequência dos ataques coordenados dos EUA e de Israel ao Irão no final de fevereiro, voltou a colocar na mesa uma questão que a Europa já conhece bem: a dependência de energia importada. Com o preço dos combustíveis a subir nas bombas e a instabilidade geopolítica a dar sinais de que não vai desaparecer depressa, dois fundadores de empresas portuguesas ligadas às renováveis explicam como é que este momento pode, ou não, mudar as regras do jogo.

Thomas Monteiro, cofundador e Chief Investment Officer da Powerdot, operadora portuguesa de pontos de carregamento elétrico presente em seis países europeus, é direto sobre o impacto nos consumidores: “Neste último fim de semana, entre uma família em Portugal que tenha abastecido a combustão e outra que tenha abastecido a eletricidade houve uma diferença de quase 20 vezes no preço de uma e outra.” 

Para o...

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